A Lenda Guile e Lele

Um dia, Guileléu e Leleléu saíram em busca das Baleias Rosa… Espera aí! Vamos começar do início.

Guileléu é um menino de 13 anos de idade, muito inteligente, um pouco maluco e “vive sempre no mundo da lua”. Leleléu é o melhor amigo de Guileléu, têm 11 anos, músculos dos pés à cabeça e pensa que tudo se resolve com a força.

Estes meninos vivem em Sulolilelândia, onde todas as pessoas são muito educadas e a cidade, em si, é muito bonita por ser bem arborizada.

Eles estavam fazendo uma pesquisa sobre baleias e descobriram um tipo muito raro: a Baleia Rosa. Este tipo de animal só era encontrado na cidade de Oilândia. Guileléu estava excitado com a idéia de encontrá-lo, mas Leleléu estava pensativo. O mais novo disse:

– Eu não vou para Oilândia em busca dessas tais Baleias Rosa “nem que a vaca tussa”!

– Vamos Lele, conseguiremos sucesso e muito dinheiro. – disse Guileléu tentando convencer seu amigo.

Leleléu não convencido falou:

– Mas Guile, teremos de passar por 26 cidades.

– Leleléu, temos que nos arriscar, senão seremos sempre dois “Zé Manés”!- Guileléu exclamou.

O mais velho acabou convencendo seu amigo a viajar para Oilândia.

– Ok, mas nós só temos um problema- disse Guile.

– Qual?- perguntou Leleléu.

– Como vamos viajar se não temos nenhum meio de transporte?- falou Guileléu.

– Já sei!- exclamou Lele- Vou construir um balão com minha força, para voarmos até Oilândia.

– Muito bem!- disse o mais velho- Você acaba de resolver o nosso problema.

Leleléu demorou três semanas para fazer o transporte que muito foi imaginado pelos dois. Guileléu ligava todos os dias para seu amigo pra saber como estava à construção do balão. Por fim, o veículo era rosa, em formato de caveira, com um turbo de carro (o turbo era do carro do pai de Leleléu), com detalhes feitos de papel pintado por giz de cera e a cesta era feita de uma caixa muito grande de papelão.

Um dia, Guileléu e Leleléu saíram em busca das Baleias Rosa, prontos para enfrentar todos os tipos de perigos que viessem.

Os meninos teriam de passar por 26 cidades: Cidade A, Cidade B, Cidade C, Cidade D, Cidade E, Cidade F, Cidade G, Município H, Cidade I, Cidade J, Cidade K, Cidade M, Cidade N, Cidade O, Cidade P, Cidade Q, Cidade R, Cidade S, Cidade T, Cidade U, Cidade V, Cidade W, Cidade X, Cidade Y e Metrópole Z.

Após três dias de viagem, os garotos haviam recém passado a Cidade B e já tinham feito dois pousos de emergência por causa do “super turbo” que falhava o tempo inteiro. Nesses pousos, encontraram um senhor muito bondoso que lhes deu duas espadas mágicas que venciam qualquer monstro. No segundo pouso, os meninos tiveram de lutar contra ursos gordos, fracos e medrosos e contra aranhas cegas.

Depois de uma semana, eles salvaram a Cidade J de peixes fora d’água cortados pela metade, e também lutaram contra babuínos assassinos para salvar a Cidade O.

Quando chegaram a Oilândia, os garotos tiveram uma dificuldade enorme para se comunicarem. Você sabe por quê? Porque no idioma da cidade só existia uma palavra: OI. Guile e Lele tiveram que “se virar” sozinhos, pois não conseguiam se comunicar. Felizmente eles conseguiram encontrar as Baleias Rosa, fizeram um relatório com todos os detalhes. Elas faziam um barulho como um violino, eram cor de rosa escuro com manchas laranja, tinham 73,5 metros de comprimento, pesavam 914 toneladas e o formato de uma pirâmide. Tiraram muitas fotos, guardaram seus itens, e resolveram voltar, depois dessa experiência inigualável.

No meio da viagem de volta estavam conversando sobre o quanto é maravilhoso realizar um sonho, quando um Morcego-Bicão passou voando e furou o balão. Leleléu e Guileléu caíram em um rio que tinha crocodilos que cuspiam fogo. Os garotos, quando foram puxar a espada da bainha para matar os animais… Cadê a espada? Os dois procuraram as espadas desesperadamente, mas eles não sabiam que suas armas tinham ido parar no fundo do rio. Os bichos estavam se aproximando e…

Bem não preciso contar o que aconteceu aos meninos, mas diz à lenda que quem pegar uma das espadas perdidas, será imortal.

 

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